| 1 | ¶ Tem misericórdia de mim, ó Deus, porque o homem procura ferir-me; e me oprime pelejando todo o dia. | |
| 2 | Os que me espreitam continuamente querem ferir-me; e são muitos os que atrevidamente me combatem. | |
| 3 | Em me vindo o temor, hei de confiar em ti. | |
| 4 | Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um mortal? | |
| 5 | Todo o dia torcem as minhas palavras; os seus pensamentos são todos contra mim para o mal. | |
| 6 | Ajuntam-se, escondem-se, espionam os meus passos, como aguardando a hora de me darem cabo da vida. | |
| 7 | Dá-lhes a retribuição segundo a sua iniqüidade. Derriba os povos, ó Deus, na tua ira! | |
| 8 | ¶ Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas inscritas no teu livro? | |
| 9 | No dia em que eu te invocar, baterão em retirada os meus inimigos; bem sei isto: que Deus é por mim. | |
| 10 | Em Deus, cuja palavra eu louvo, no SENHOR, cuja palavra eu louvo, | |
| 11 | neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer o homem? | |
| 12 | Os votos que fiz, eu os manterei, ó Deus; render-te-ei ações de graças. | |
| 13 | Pois da morte me livraste a alma, sim, livraste da queda os meus pés, para que eu ande na presença de Deus, na luz da vida. | |