| 1 | ¶ Ouve, ó Deus, a minha voz nas minhas perplexidades; preserva-me a vida do terror do inimigo. | |
| 2 | Esconde-me da conspiração dos malfeitores e do tumulto dos que praticam a iniqüidade, | |
| 3 | os quais afiam a língua como espada e apontam, quais flechas, palavras amargas, | |
| 4 | para, às ocultas, atingirem o íntegro; contra ele disparam repentinamente e não temem. | |
| 5 | Teimam no mau propósito; falam em secretamente armar ciladas; dizem: Quem nos verá? | |
| 6 | Projetam iniqüidade, inquirem tudo o que se pode excogitar; é um abismo o pensamento e o coração de cada um deles. | |
| 7 | ¶ Mas Deus desfere contra eles uma seta; de súbito, se acharão feridos. | |
| 8 | Dessarte, serão levados a tropeçar; a própria língua se voltará contra eles; todos os que os vêem meneiam a cabeça. | |
| 9 | E todos os homens temerão, e anunciarão as obras de Deus, e entenderão o que ele faz. | |
| 10 | O justo se alegra no SENHOR e nele confia; os de reto coração, todos se gloriam. | |