| 1 | ¶ A ti, ó Deus, confiança e louvor em Sião! E a ti se pagará o voto. | |
| 2 | Ó tu que escutas a oração, a ti virão todos os homens, | |
| 3 | por causa de suas iniqüidades. Se prevalecem as nossas transgressões, tu no-las perdoas. | |
| 4 | Bem-aventurado aquele a quem escolhes e aproximas de ti, para que assista nos teus átrios; ficaremos satisfeitos com a bondade de tua casa-o teu santo templo. | |
| 5 | Com tremendos feitos nos respondes em tua justiça, ó Deus, Salvador nosso, esperança de todos os confins da terra e dos mares longínquos; | |
| 6 | ¶ que por tua força consolidas os montes, cingido de poder; | |
| 7 | que aplacas o rugir dos mares, o ruído das suas ondas e o tumulto das gentes. | |
| 8 | Os que habitam nos confins da terra temem os teus sinais; os que vêm do Oriente e do Ocidente, tu os fazes exultar de júbilo. | |
| 9 | Tu visitas a terra e a regas; tu a enriqueces copiosamente; os ribeiros de Deus são abundantes de água; preparas o cereal, porque para isso a dispões, | |
| 10 | regando-lhe os sulcos, aplanando-lhe as leivas. Tu a amoleces com chuviscos e lhe abençoas a produção. | |
| 11 | Coroas o ano da tua bondade; as tuas pegadas destilam fartura, | |
| 12 | destilam sobre as pastagens do deserto, e de júbilo se revestem os outeiros. | |
| 13 | Os campos cobrem-se de rebanhos, e os vales vestem-se de espigas; exultam de alegria e cantam. | |