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16 E ponho as minhas palavras na tua boca, e te cubro com a sombra da minha mão; para plantar os céus, e para fundar a terra, e para dizer a Sião: Tu és o meu povo.

9 Quanto à cabeça dos que me cercam, cubra-os a maldade dos seus lábios.

29 Vistam-se os meus adversários de vergonha, e cubram-se com a sua própria confusão como com uma capa.

18 Ah! terra, não cubras o meu sangue e não haja lugar para ocultar o meu clamor!

34 Ou podes levantar a tua voz até às nuvens, para que a abundância das águas te cubra?

13 Sejam confundidos e consumidos os que são adversários da minha alma; cubram-se de opróbrio e de confusão aqueles que procuram o meu mal.

5 E não cubras a sua iniquidade, e não se risque de diante de ti o seu pecado, pois que te irritaram na presença dos edificadores.

17 Geme em silêncio, não faças luto por mortos; ata o teu turbante, e põe nos pés os teus sapatos, e não cubras os teus lábios, e não comas o pão dos homens.

7 Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?

25 Deitemo-nos em nossa vergonha; e cubra-nos a nossa confusão, porque pecamos contra o Senhor nosso Deus, nós e nossos pais, desde a nossa mocidade até o dia de hoje; e não demos ouvidos à voz do Senhor nosso Deus.

11 A boca do justo é fonte de vida, mas a violência cobre a boca dos perversos.

13 E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs.

2 E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:

14 Cuja boca está cheia de maldição e amargura.

36 Todavia lisonjeavam-no com a boca, e com a língua lhe mentiam.

4 Não atarás a boca ao boi, quando trilhar.

10 Na sua gordura se encerram, com a boca falam soberbamente.

15 E tu lhe falarás, e porás as palavras na sua boca; e eu serei com a tua boca, e com a boca dele, ensinando-vos o que haveis de fazer.

5 Olhai para mim, e pasmai; e ponde a mão sobre a boca.

46 Todos os nossos inimigos abriram contra nós a sua boca.

13 Com os meus lábios declarei todos os juízos da tua boca.

12 O homem mau, o homem iníquo tem a boca pervertida.

42 Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a iniquidade tapará a boca.

16 E a terra ajudou a mulher; e a terra abriu a sua boca, e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca.

11 O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem.

26 Jesus respondeu: É aquele a quem eu der o bocado molhado. E, molhando o bocado, o deu a Judas Iscariotes, filho de Simão.

2 Pois a boca do ímpio e a boca do enganador estão abertas contra mim. Têm falado contra mim com uma língua mentirosa.

9 Emudeci; não abro a minha boca, porquanto tu o fizeste.

29 Ponha a sua boca no pó; talvez ainda haja esperança.

28 A testemunha ímpia escarnece do juízo, e a boca dos perversos devora a iniquidade.

24 Desvia de ti a falsidade da boca, e afasta de ti a perversidade dos lábios.

16 Assim há esperança para o pobre; e a iniquidade tapa a sua boca.

14 Os sábios entesouram a sabedoria; mas a boca do tolo o aproxima da ruína.

15 Porém ao necessitado livra da espada, e da boca deles, e da mão do forte.

8 Vomitarás o bocado que comeste, e perderás as tuas suaves palavras.

19 Soltas a tua boca para o mal, e a tua língua compõe o engano.

2 Então abri a minha boca, e me deu a comer o rolo.

6 Os lábios do tolo entram na contenda, e a sua boca brada por açoites.

19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.

2 Abrirei a minha boca numa parábola; falarei enigmas da antiguidade.

30 A boca do justo fala a sabedoria; a sua língua fala do juízo.

9 E estendeu o Senhor a sua mão, e tocou-me na boca; e disse-me o Senhor: Eis que ponho as minhas palavras na tua boca;

6 Por boca de duas testemunhas, ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; por boca de uma só testemunha não morrerá.

15 Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca entoará o teu louvor.

10 Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.

2 O Espírito do Senhor falou por mim, e a sua palavra está na minha boca.

31 A boca do justo jorra sabedoria, mas a língua da perversidade será cortada.

26 Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua.

22 O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano.

14 O coração entendido buscará o conhecimento, mas a boca dos tolos se apascentará de estultícia.

38 Porventura da boca do Altíssimo não sai tanto o mal como o bem?

30 E, tendo ele tomado o bocado, saiu logo. E era já noite.

17 Ou se, sozinho comi o meu bocado, e o órfão não comeu dele

9 Abre a tua boca; julga retamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados.

21 Até que de riso te encha a boca, e os teus lábios de júbilo.

4 Exporia ante ele a minha causa, e a minha boca encheria de argumentos.

9 Os príncipes continham as suas palavras, e punham a mão sobre a sua boca;

16 Têm boca, mas não falam; têm olhos, e não veem,

12 Nas palavras da boca do sábio há favor, porém os lábios do tolo o devoram.

2 A língua dos sábios adorna a sabedoria, mas a boca dos tolos derrama a estultícia.

32 Se procedeste loucamente, exaltando-te, e se planejaste o mal, leva a mão à boca;

1 Inclinai os ouvidos, ó céus, e falarei; e ouça a terra as palavras da minha boca.

30 Não refrearam o seu apetite. Ainda lhes estava a comida na boca,

21 O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama.

3 A minha boca falará de sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento.

23 O coração do sábio instrui a sua boca, e aumenta o ensino dos seus lábios.

6 Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento.

18 Mas, o que sai da boca, procede do coração, e isso contamina o homem.

7 A sabedoria é demasiadamente alta para o tolo, na porta não abrirá a sua boca.

1 Depois disto abriu Jó a sua boca, e amaldiçoou o seu dia.

8 Encha-se a minha boca do teu louvor e da tua glória todo o dia.

7 Porque a minha boca proferirá a verdade, e os meus lábios abominam a impiedade.

8 Cuja boca fala vaidade, e a sua mão direita é a destra de falsidade.

131 Abri a minha boca, e respirei, pois que desejei os teus mandamentos.

3 E ajuntavam ali todos os rebanhos, e removiam a pedra de sobre a boca do poço, e davam de beber às ovelhas; e tornavam a pôr a pedra sobre a boca do poço, no seu lugar.

31 E a boca da pia estava dentro da coroa, e de um côvado por cima; e era a sua boca redonda segundo a obra da base, de côvado e meio; e também sobre a sua boca havia entalhes, e as suas cintas eram quadradas, não redondas.

21 Quanto a mim, esta é a minha aliança com eles, diz o Senhor: o meu espírito, que está sobre ti, e as minhas palavras, que pus na tua boca, não se desviarão da tua boca nem da boca da tua descendência, nem da boca da descendência da tua descendência, diz o Senhor, desde agora e para todo o sempre.

4 Águas profundas são as palavras da boca do homem, e ribeiro transbordante é a fonte da sabedoria.

7 Como as pernas do coxo, que pendem flácidas, assim é o provérbio na boca dos tolos.

32 Os lábios do justo sabem o que agrada, mas a boca dos perversos, só perversidades.

1 Louvarei ao Senhor em todo o tempo; o seu louvor estará continuamente na minha boca.

17 Suave é ao homem o pão da mentira, mas depois a sua boca se encherá de cascalho.

64 E logo a boca se lhe abriu, e a língua se lhe soltou; e falava, louvando a Deus.

30 (Também não deixei pecar a minha boca, desejando a sua morte com maldição);

9 Como o espinho que entra na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.

88 Vivifica-me segundo a tua benignidade; assim guardarei o testemunho da tua boca.

9 O hipócrita com a boca destrói o seu próximo, mas os justos se libertam pelo conhecimento.

30 Louvarei grandemente ao Senhor com a minha boca; louvá-lo-ei entre a multidão.

6 Bênçãos há sobre a cabeça do justo, mas a violência cobre a boca dos perversos.

12 Lembrai-vos das maravilhas que fez, de seus prodígios, e dos juízos da sua boca;

54 Armando-lhe ciladas, e procurando apanhar da sua boca alguma coisa para o acusarem.

23 O que guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias.

2 Ó Deus, ouve a minha oração, inclina os teus ouvidos às palavras da minha boca.

27 E o meu coração se deixou enganar em oculto, e a minha boca beijou a minha mão,

17 E da sua boca tirarei os nomes dos baalins, e não mais se lembrará desses nomes.

17 A ele clamei com a minha boca, e ele foi exaltado pela minha língua.

9 Põem as suas bocas contra os céus, e as suas línguas andam pela terra.

28 A língua falsa odeia aos que ela fere, e a boca lisonjeira provoca a ruína.

11 Ó coríntios, a nossa boca está aberta para vós, o nosso coração está dilatado.

72 Melhor é para mim a lei da tua boca do que milhares de ouro ou prata.